Milo LowHill

Description:
Bio:

Milo é um personagem Carismático e que sabe facilmente fazer amizade, contador de histórias amigo de todos. Esta disposto a dividir o pouco pão que recebe com um amigo.

Milo também é bem preguiçoso e gosta de fugir de obrigações. Não tem responsabilidades com tarefas e fica entediado fácil. Por satirizar todo mundo, as vezes pode mexer com pessoas erradas.

Milo não é egoísta, trocaria ouro facilmente por uma boa comida, bebida de qualidade e uma cama macia, é um menino que curti os prazeres simples da vida.
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Milo low Hill, ou Milo baixa Colina, nasceu em uma comunidade pequena na terra dos vales, ao norte de Fearûn, um lugar bonito e pacífico, famoso pelo vinho de amora produzido por lá e batatas gordas que brotam o ano inteiro. Sempre fora um lugar com forte participação social de todas as casas, era uma perfeita harmonia entre trabalho e lazer que englobava todas as famílias.
Todos se ajudavam e a comunidade era sempre bombardeada por turistas e burgueses das grandes cidades, procurando especiarias gastronômicas raras e satisfatórias, contudo, havia um ser curioso que se destacava pelos halflings, Milo, um moleque encapetado e ao mesmo tempo preguiçoso. Sempre dizia que estava ajudando e trabalhando, quando só sabia segurar a vara de pescar e durmir o dia inteiro no riacho que passava em baixo da colina. Quando pegava um peixe, era porque o mesmo morria de tédio e se atirava no anzol. Além de atrasar os afazeres da comunidade, Milo e a ‘gangue do cinto frouxo’, apelidado pelos homes que comumente apareciam na região, se fantasiavam de macacos inofensivos para roubar seus pertences ou vasculhar uma carroça cheia de damas trocando de roupa. Se escondia atrás de árvores e acertava os turistas com frutas podres e depois fugia pelas inúmeras valas escavadas dentro da mata, quando era pego, nunca assumia a culpa, sempre com a maior cara de pau de todo o continente, acusava os companheiros ou dizia pensar ser uma quadrilha de goblins que resolverá atacar a comunidade, e o pirralho sempre se safava.
Um belo dia, depois de tanta dor de cabeça, o pobre menino fora expulso da pequena vila devido as suas irresponsabilidades, a família não pode fazer nada, nem tentará, já que o caçula de 3 filhos só lhes causava vergonha.
Pegou carona escondido em uma carruagem de um velho nobre humano que saia da vila e acabou pego. O nobre exigiu os serviços do pobre Milo por ter se escondido na carruagem de suprimentos e comer todas as tortas de batata. O menino foi trabalhar na casa do nobre como auxiliar de serviços gerais. Aos 13 anos ele conheceu filha caçula do lorde, Wanessa. O lorde tinha 5 filhos, o mais velho era um importante mercador de peles exóticas, o 2 era da guarda da cidade, o 3 fugiu e nunca mais deu notícia, o 4 morreu afogado no rio e a jovem Wanessa, de também 13 anos, era a joia da família. O Pai não poupava dinheiro ou esforço para tornar a filha uma forte personalidade e culturalmente relevante para a família. Passei a ser amigo dela e nas minhas horas de folga brincávamos até cansar. O pai notará que Milo fugia do serviço a maioria do tempo, mas passou a não se importar muito, ele via o bem que era feito a filha dele ter alguém para brincar. O tempo foi passando e Milo se tornou praticamente um membro da família, assistia as aulas de artes, história e, principalmente, Música, haaaaa como adorava música, os dois passavam horas e horas a fio inventando e cantarolando melodias que eram ensinadas pelo Sir Tibalt, um professor e música bem velhinho e muito sorridente. O velhinho notou a aptidão de ambos para a música e passou a ensinar truques que podiam ser tecidos através das melodias, ele sempre falava “palavra tem poder, os deuses criaram o mundo apenas com palavras’.
Aos 21 anos, Milo e Wanessa já estavam bem aptos aos instrumentos e principalmente magia (incorporada silenciosamente pelo Sr Tibalt durante as aulas). Foi quando o pai de Wanessa a propôs em casamento a um burguesinho qualquer em troca de OLEO DE BALEIA ilimitado. Milo se enfureceu e fugira da casa do lorde, não atrás de Wanessa, ele não tinha sentimento amoroso por ela, penas amizade, mas eles fugiram para longe, em algum lugar em neverwinter que o lorde não poderá acha-lo, mesmo tendo sido um pai para Milo, Milo já se cansara da vida de prisioneiro de luxo e queria conhecer o mundo, o mundo maravilhoso que sir Tibalt flva nas canções, mas a vida pegou o pobre Milo de sopetão. O mundo não parecia ser mais o que os contos e obras de arte mostravam, era um lugar feio, violento e a lei dos mais fortes (e espertos) prevalecia. Milo passou a viver de serviços e doações em troca de melodias, até que encontrou um lugar em uma taverna de neverwinter. Cobre no bolso, cerveja aguada e pão duro, não iria conseguir nada melhor nas ruas. E por lá se estabeleceu, tocando músicas folclóricas, românticas e farrasterias para os mais diversos tipos de pessoas que passavam todos os dias. Juntou um pouco de dinheiro, uns 15gp e tantos. Passou e fazer um ‘extra’ na companhia de teatro local que hora e meia passava pela taverna. Seu papel era sempre um goblin, um macaco ou um arbusto. E por lá se estabeleceu ganhando a vida, contudo, aquela pocilga já tinha passado da hora, Milo era louco para sair de lá e partir para um local novo ou até mesmo voltar a sua aldeia, mas o medo, ou a preguiça ou até mesmo o conformismo de ter uma mínima parcela de fama naquele lugar, o prendia ali, mas até que ponto?

Milo LowHill

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